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domingo, 4 de março de 2018

Lição 10 - Dádiva, Privilégios e Responsabilidades na Nova Aliança

 Aula Presencial dia 11 de março de 2018 


Estimado professor,   acredito que já tenha percebido que nosso SLIDE semanal traz uma abordagem DETALHADA de todos os pontos abordados na lição. É um resumo da lição fazendo uso de uma metodologia moderna de ensino,  tornando-o mais eficiente e efetivo. Aplica-se ao conteúdo da lição, ilustrações com figuras relacionadas com cada tópico a ser ensinado.  Faça bom uso !  Baixe o Slide no formato desejado, Tenha liberdade de alterá-lo, Divulgue e Compartilhe !











OBJETIVOS GERAL
Mostrar que a Nova Aliança é uma dádiva divina que traz grandes responsabilidades.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
1 - Saber qual a dádiva da Nova Aliança;
2 - Apresentar os privilégios da Nova Aliança;
3 - Explicar as responsabilidades da Nova Aliança.

  TEXTO ÁUREO 
"Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé; tendo o coração purificado da má consciência e o corpo lavado com água limpa." (Hb 10:22) 

VERDADE PRÁTICA 
A Nova Aliança é uma dádiva divina que traz grandes responsabilidades.

 PONTO CENTRAL 
A Nova Aliança é uma dádiva divina que traz grandes responsabilidades.

HINOS SUGERIDOS DA HARPA CRISTÃ

208 - Vem a Cristo

242 - Eu Confio Firmemente

303 - Precisamos de Jesus





Hebreus 10:1-7, 22-25
1 PORQUE tendo a lei a sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas, nunca, pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem cada ano, pode aperfeiçoar os que a eles se chegam.
2 Doutra maneira, teriam deixado de se oferecer, porque, purificados uma vez os ministrantes, nunca mais teriam consciência de pecado.
3 Nesses sacrifícios, porém, cada ano se faz comemoração dos pecados,
4 Porque é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire os pecados.
5 Por isso, entrando no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste, Mas corpo me preparaste;
6 Holocaustos e oblações pelo pecado não te agradaram.
7 Então disse: Eis aqui venho ( No princípio do livro está escrito de mim ), Para fazer, ó Deus, a tua vontade.
22 Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa,
23 Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu.
24 E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras,

25 Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.



Segunda-Feira –  Hebreus 10:15 
Uma única oferta santificou aos s que creem
10 : 15  E também o Espírito Santo no-lo testifica, porque depois de haver dito:

Terça-Feira –  Hebreus 10:12 
O único ofertante suficiente para o sacrifício
10 : 12  Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, está assentado à destra de Deus,
  
Quarta-Feira –  Hebreus 10:10 
Uma única vez, um único sacrifício e a substituição do culto
10 : 10  Na qual vontade temos sido santificados pela oblação do corpo de Jesus Cristo, feita uma vez.

Quinta-Feira –   Hebreus 10:23 
A necessidade de vigilância para continuar crendo na promessa
10 : 23  Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu.

Sexta-Feira –  Hebreus 10:35 
A necessidade de confiança na grande recompensa
10 : 35  Não rejeiteis, pois, a vossa confiança, que tem grande e avultado galardão.

Sábado –  Hebreus 10:36 
A necessidade de perseverança para alcançara promessa
10 : 36  Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa.

                                                   
INTRODUÇÃO
O autor sagrado está próximo de concluir a sua argumentação acerca do sacerdócio e do sacrifício de Cristo. A seção de Hebreus 10.1-18 é reservada por ele para lembrar, reforçar e concluir os argumentos anteriormente expostos sobre a singularidade e a eficiência da obra expiatória de Jesus Cristo. Tendo feito isso, ele destaca inúmeros privilégios desfrutados pelos crentes que só se tornaram possíveis graças à superioridade da Nova Aliança. O acesso direto à presença de Deus, graças à mediação de Cristo, constitui o maior deles. Mas ao mesmo tempo em que destaca as bênçãos da nova vida em Cristo, o autor também chama a atenção para as responsabilidades que derivam dela. 

O sistema sacrificial
Quando os seres humanos entram em relação de aliança com Deus e mantêm o seu lado de trato, evitando todos os pecados conhecidos, surge o desejo de relacionar-se mais intimamente com Deus - entregar-se ao seu serviço, expressar agradecimento, apoiar seus servos, ter comunhão, e desculpar-se pelo mal cometido acidentalmente. O sistema sacrificial demonstrou que uma relação mais profunda com Deus era possível, mas para que isso acontecesse havia necessidade de uma purificação contínua do pecado.
Ao mesmo tempo, o sistema demonstrou suas próprias deficiências e resultou na necessidade de encontrar outro meio não só para estabelecer uma relação mais profunda com Deus, como também para tratar com todo o problema do pecado deliberado. Esse outro meio foi tornado possível mediante Jesus (Hb 10:1-8).
(Novo Manual dos usos & costumes dos tempos bíblicos - CPAD - página 325).

I - A DÁDIVA DA NOVA ALIANÇA 

1. Uma única oferta.
O Antigo Testamento põe em destaque as centenas de sacrifícios que eram realizados ano após ano no culto judaico. A quantidade de animais mortos nessas celebrações impressionava. Especialistas em cultura judaica, e na língua hebraica, afirmam que houve situações nas quais os filhos de Arão se gabavam de ficar cobertos de sangue sacrificai até os tornozelos. Em História dos Hebreus (CPAD), no livro "Guerras Judaicas", o historiador Flávio Josefo fala em centenas de milhares desses sacrifícios. Para o autor de Hebreus, esses sacrifícios não passavam de uma sombra da qual Cristo era a realidade (Hb 10.1). Cristo, com uma única oferta, realizou a obra da redenção (Hb 10.14).

Hebreus 10:14
Fomos aperfeiçoados, contudo, ainda estamos sendo santificados. Através de sua morte e ressurreição, Cristo aperfeiçoou seus crentes aos olhos de Deus Pai, de uma vez por todas. Ao mesmo tempo, Ele está tornando-os santos (purificando-os e separando-os progressivamente para seu uso especial) durante sua peregrinação diária aqui. Não devemos ficar surpresos, envergonhados ou chocados com o fato de que ainda precisamos crescer. Deus não concluiu sua obra em nós. Podemos favorecer este processo de crescimento aplicando as Escrituras deliberadamente a toda as áreas de nossa vida, aceitando a disciplina e a orientação que Cristo oferece, e entregando a Ele o controle de nossos desejos e objetivos.
(Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal - CPAD - Página 1798)

2. Um único ofertante.
A oferta foi única, o ofertante também (Hb 10.12). Aqui, como já havia feito anteriormente, o autor destaca o ofício de Cristo como sacerdote e rei. Este é o diferencial entre o sistema sacerdotal do leviticalismo e o do cristianismo. À semelhança de Melquisedeque, Cristo não apenas oficia como sacerdote, mas também governa como rei. Depois de fazer a purificação do pecado com seu próprio sangue, Ele, agora como rei, assentou-se à direita de Deus (Hb 1.3).

Hebreus 10:12
Se os leitores judeus deste livro voltassem ao antigo sistema judaico, estariam sugerindo que o sacrifício de Cristo não havia sido suficiente para perdoar seus pecados. Acrescentar ou remover qualquer coisa do sacrifício de Cristo é negar sua validade. Qualquer sistema que reivindique obter a salvação através de boas ações rejeita e despreza essencialmente o significado da morte de Cristo e a obra do Espírito Santo.
Tome cuidado com qualquer pessoa que lhe diga que o sacrifício de Cristo ainda nos deixa incompletos ou que algo mais é necessário para nos tornar aceitáveis diante de Deus. Quando cremos em Cristo, Ele nos torna completamente justos e justificados na presença de Deus Pai. Nosso relacionamento amoroso nos leva a segui-lo em obediência e serviço voluntários. Ele se agrada do nosso serviço, mas não podemos ser salvos pelas nossas boas obras.
(Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal - CPAD - Página 1798)

3. Uma única vez.

Uma única oferta feita uma única vez por um único sumo sacerdote (Hb 10.10)! Um dos pontos mais destacados na epístola pelo autor de Hebreus foi o caráter único do sacrifício de Cristo. Enquanto os sacrifícios da Antiga Aliança necessitavam ser frequentemente repetidos, o sacrifício de Cristo foi feito uma única vez em favor de todos os homens. Esse fato demonstra inequivocamente, que por um lado, os sacrifícios de animais eram imperfeitos e jamais poderiam aperfeiçoar alguém; e que por outro, deixa claro que somente o sangue de Cristo pode satisfazer a justiça de Deus.

Hebreus 10:5-10
O sacrifício valioso da vida de um animal mostrava ao pecador a seriedade do pecado de um indivíduo diante de Deus. Pelo fato de Jesus ter derramado seu sangue por nós, seu sacrifício é infinitamente maior do que qualquer oferta do Antigo Testamento. Considerando a dádiva de valor imensurável que Ele nos concedeu, devemos responder oferecendo-lhe nossa devoção e nosso serviço.
Hebreus 10:9
Cancelar ou remover a primeira aliança com  o objetivo de colocar em prática uma aliança muito melhor significa acabar com o sistema de sacrifícios da lei cerimonial. Isso não significa eliminar  a lei moral de Deus. A lei cerimonial preparou as pessoas para a vinda de Cristo. Com a morte e ressurreição de Cristo, este sistema não mais é necessário. E através de Cristo podemos cumprir a lei moral à medida que permitimos que Ele viva em nós.
(Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal - CPAD - Página 1799)

O escritor aos Hebreus considerou a cerimônia como uma figura imperfeita do que Jesus fez por nós (Hb 9:7-14; Hb 10:19-22; Hb 13:11,12).
(Novo Manual dos usos & costumes dos tempos bíblicos - CPAD - página 322)

II - A  OS PRIVILÉGIOS DA NOVA ALIANÇA 

1. Regeneração.
No capítulo oito o autor já havia contrastado a Antiga Aliança com a Nova, levando em conta o seu aspecto cerimonial e ritual. Os inúmeros sacrifícios e rituais jamais puderam produzir mudança interna. A santificação no Antigo Pacto se dava mais no aspecto cerimonial. Todavia, a grandeza da Nova Aliança está na mudança interna que ela produz, isto é, no coração (Hb 10.16). O apóstolo Paulo disse o mesmo com outras palavras (Rm 2.29).

2. Adoração.
O autor sacro já havia destacado que a adoração na Antiga Aliança era imperfeita porque poucos tinham acesso à presença de Deus. O povo era representado pelos sacerdotes e, uma vez no ano, pelo sumo sacerdote. Não era uma adoração em espírito e em verdade (Jo 4.23). Todavia, o autor revela que esse fato mudou. No Novo Concerto o próprio crente tem acesso ao lugar mais íntimo do santuário por intermédio de Cristo Jesus, o perfeito sumo sacerdote (Hb 10.19). A única atitude necessária destacada pelo autor é a de chegarmos a Deus "com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa" (Hb 10.22).

Hebreus 10:21-22
Como é possível entrarmos diretamente na presença de Deus ? Devemos nos achegar a Ele em adoração pura, individual e sincera, de todo o coração e sem motivações impróprias ou dissimuladas.
Podemos saber se temos um "coração verdadeiro" avaliando nossos pensamentos e motivos de acordo com a Palavra de Deus (veja Hb 4:12). Os cristãos podem se aproximar de Deus com ousadia, livres da "má consciência" e em plena segurança, por causa da obra de Jesus Cristo. Podemos ir a Deus sem hesitar, sabendo que Ele nos ouvirá e nos responderá. Sob a nova aliança, nossos corações e consciências são completamente purificados de uma forma que não é parcial nem temporária (veja Hb 9:14). Nossas consciências purificadas nos permitem entrar na presença de Deus com ousadia. Finalmente, a ilustração de nossos corpos sendo lavados com "água limpa" retrata, na verdade, uma purificação interior. Assim com o batismo é  um sinal externo que representa a purificação que Cristo realiza dentro de nós, esta lavagem fala de uma purificação interna que remove os pecados. Uma vez purificados, podemos nos aproximar de Deus.
(Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal - CPAD - Página 1799)

3. Comunhão.
O conceito de Igreja como Corpo vivo de Cristo aparece no pensamento do autor de Hebreus. Embora o antigo povo formasse uma "congregação no deserto", ele não era uma igreja no sentido neotestamentário. A existência da Igreja só se tornou possível depois do Calvário. Como Igreja, os cristãos podem desfrutar da perfeita comunhão com Cristo e uns com os outros. Sem comunhão, sem congregação, não há igreja. Ninguém consegue ser crente isolado ou sozinho. Por isso, o "congregar" é importantíssimo para a saúde espiritual do crente (Hb 10.24,25).

Hebreus 10:24-25
Negligenciar reuniões cristãs é abrir mão do incentivo e da ajuda de outros cristãos. Nós nos reunimos para compartilhar nossa fé e fortalecer uns aos outros no Senhor.
A medida que o dia da volta de Cristo se aproxima, enfrentaremos muitas lutas espirituais, e até mesmo tempos de perseguição.
As forças anticristãs se intensificando. As dificuldades jamais devem ser justificativas para o não comparecimento aos cultos da igreja, pelo contrário, à medida que surgirem dificuldades, devemos fazer um esforço ainda maior para nos reunir.(Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal - CPAD - Página 1800).

III - AS RESPONSABILIDADES DA NOVA ALIANÇA 

1. Vigilância.
O autor volta às exortações feitas nos capítulos dois e seis. Não há dúvida de que ele acreditava que um cristão genuíno pode decair da graça, senão, não teria sentido algum seu duro tom exortativo. Primeiramente, ele aconselha o crente a se firmar na fé (Hb 10.23). O autor já havia usado a palavra "reter" (gr.katecheo) duas outras vezes (Hb 3.6,14). Essa palavra é usada em Lucas 8.15 (ARA) para os que "retêm a palavra" a fim de não se desviarem dela. Esse apego era justificado segundo a pergunta retórica do autor: "Quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue da aliança com que foi santificado, e fizer agravo ao Espírito da graça?" (Hb 10.29). Há um preço alto quando nos falta a vigilância.

Hebreus 10:29
De que forma as pessoas fazem "agravo ao Espírito da graça ?" O sacrifício de Cristo está intimamente ligado ao Espírito Santo; portanto desprezar o sacrifício de Cristo é insultar e desprezar o Espírito Santo e rejeitá-lo com arrogância. O Espírito Santo é uma pessoa, não apenas um força ou uma influência. Rejeitá-lo é cortar o meio que Deus designou para sua própria aceitação. Isto é equivalente à blasfêmia contra o Espírito Santo (veja Mt 12:31-32). Insultar o Espírito Santo - que traz a misericórdia de Deus é uma pratica que leva o perpetrador a uma punição eterna.
(Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal - CPAD - Página 1800)

2. Confiança.
Com o objetivo de animar a fé dos crentes, o autor faz menção ao histórico da vida deles. Eles haviam experimentado sofrimento, abandono e até mesmo a espoliação; contudo, permaneceram firmes. Ò que estava, portanto, acontecendo agora? Aquela mesma confiança que haviam tido no passado deveria continuar como um sólido fundamento (Hb 10.35). Quando o cristão perde a capacidade de confiar, ele perde a motivação pelas coisas celestiais. O céu é para quem tem esperança!

Hebreus 10:35-38
A Bíblia nos fornece uma escolha clara entre duas possíveis direções na vida. Pelo fato de muitas vezes a vida bifurcar em duas direções, você deve tomar a estrada mais elevada, mesmo que ela pareça mais difícil e perigosa. Essa estrada fica íngreme em alguns trechos. A ladeira exige muito de sua energia. Há trechos solitários. Não há muitas pessoas nela, mas há mais gente do que você imaginava, e algumas pessoas estão nessa estrada por causa do seu exemplo. Há trechos escorregadios; o demônio sopra gelo nas passagens estreitas. Apesar de seus perigos,  a estrada mais elevada está ligada ao pico, e você chegará lá - Deus coloca uma corda de segurança ao seu redor. Quando você for tentado a vacilar em sua fé ou a voltar atrás em relação a seguir a Cristo, mantenha o foco naquilo que Ele fez por você e naquilo que Ele oferece no futuro (veja Rm 8:12-25; Gl 3:13). E então continue a subir e a escalar.
(Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal - CPAD - Página 1801)

3. Perseverança.

O autor conclui o capítulo mostrando que na jornada cristã o crente precisa de paciência (Hb 10.36). A palavra grega hypomoné ocorre 32 vezes em o Novo Testamento com o sentido de "paciência" e "perseverança". Essa palavra aparece também em Lucas 8.15, referindo-se ao crente que produz fruto com perseverança. O discipulado cristão, bem como a produção de frutos, demanda tempo. E para alcançar as promessas de Deus é preciso perseverar até o fim.

Hebreus 10:36
Por enquanto, aqueles crentes precisavam de "paciência" - eles precisavam permanecer firmes. Pelo fato de Cristo viver em nós, podemos ter esse mesmo tipo de paciência. Jesus predisse que seus seguidores seriam severamente perseguidos por  aqueles que o odiavam (Mt 10:22). Mas em meio a terríveis perseguições, eles poderiam ter esperança sabendo que tinham a salvação. Os momentos de provação servem para separar os verdadeiros cristãos dos falsos cristãos ou das pessoas que são cristãs apenas nos momentos em que tudo está bem. Quando você for pressionado a desistir e dar as costas a Cristo, lembre-se dos benefícios de permanecer firme e continuar a viver por Ele e para Ele. A paciência não é uma forma de obter a salvação, mas a prova de que você está realmente comprometido com Jesus. (Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal - CPAD - Página 1801).

CONCLUSÃO
Chegamos ao final de mais uma lição. Observamos que o autor, neste capítulo, praticamente exauriu o assunto em torno do sacerdócio de Cristo. A comparação detalhada que ele fez entre os dois pactos, a Antiga e a Nova Aliança, serviu para mostrar a superioridade desta última. Cristo tornou possível o que na Antiga Aliança era apenas uma promessa. Todavia, o cristão não deve se acomodar nem tampouco negligenciar a Nova Aliança, abusando do poder da graça de Deus. Em vez disso, ele deve demonstrar vigilância e perseverança no caminhar com Cristo.

PARA REFLETIR
A respeito de Dádiva, Privilégios e Responsabilidades na Nova Aliança, responda:

1 - Segundo a lição, o que o Antigo Testamento põe em destaque?
O Antigo Testamento põe em destaque as centenas de sacrifícios que eram realizados ano após ano no culto judaico.
Enquanto os sacrifícios da Antiga Aliança necessitavam ser frequentemente repetidos, o sacrifício de Cristo foi feito uma única vez em favor de todos os homens. 

2 - O que esse fato demonstra?
Esse fato demonstra inequivocamente por um lado que os sacrifícios de animais eram imperfeitos e jamais poderiam aperfeiçoar alguém e, por outro lado, deixam claro que somente o sangue de Cristo poderia satisfazer a justiça de Deus.

3 - Em que está fundamentada a grandeza da Nova Aliança?
A grandeza da Nova Aliança está na mudança interna que ela produz, isto é, no coração (Hb 10.16).

4 - Segundo a lição, por que não há dúvida para o autor de Hebreus que o cristão poderia cair da graça?
Não há dúvida que o autor acreditava que um cristão genuíno pode decair da graça, senão, não teria sentido algum seu duro tom exortativo.

5 - O que o autor de Hebreus destaca sobre a jornada da vida cristã?
O autor destaca que na jornada da vida cristã o crente precisa de paciência (Hb 10.36).

BIBLIOGRAFIA
Bíblia Sagrada - Thompson - Edição Contemporânea - Editora VIDA, 2000
Fonte: CPAD, Revista, Lições Bíblicas Adultos, A Supremacia de Cristo - Fé, esperança e ânimo na Carta aos Hebreus, Comentarista Pr. José Gonçalves, 1 Trimestre 2018.

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Olá, estimado professor, segue abaixo material de apoio que o mesmo possa adicionar mais conteúdo para a sua aula.

                                                                                                                                                                            

INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Prezado (a) professor (a), nesta lição veremos os inúmeros privilégios que a Nova Aliança oferece a todos aqueles que creem no sacrifício de Jesus e buscam se achegar a Deus. Mediante a fé em Jesus fomos justificados e regenerados e hoje temos livre acesso a presença do Pai. Com certeza, este é o maior benefício que nos foi concedido pelo Senhor. Todos os benefícios da Nova Aliança só se tornaram possíveis mediante a obra expiatória de Jesus Cristo, pois na Antiga Aliança somente o sumo sacerdote podia entrar no Santo dos Santos uma vez no ano no Dia da Expiação. Hoje por meio do sacrifício perfeito e eterno de Cristo temos livre acesso à presença de Deus. Este é um grande privilégio que conduz a uma grande responsabilidade. Como crentes jamais devemos negligenciar a Nova Aliança menosprezando a graça de Deus.


SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO
Quando as pessoas se reuniam para oferta de sacrifícios no Dia da Expiação, elas eram lembradas dos seus pecados, sem dúvida se sentiam culpadas novamente. O que elas mais precisavam era do perdão - o perdão permanente e poderoso que destrói o pecado, o perdão que temos em Cristo. Quando confessamos o pecado a Ele, não precisamos pensar nesse pecado nunca mais.
Os sacrifícios de animais não podiam remover os pecados; e eles forneciam; apenas uma forma temporária de lidar com o pecado até que Jesus viesse para lidar com o pecado de forma permanente. Como, então, as pessoas eram perdoadas nos tempos do Antigo Testamento? Pelo fato de os crentes do Antigo Testamento seguirem o mandamento de Deus sobre a oferta de sacrifícios, Deus lhes perdoava quando realizavam seus sacrifícios movidos pela fé. Mas essa prática aguardava, com expectativa, o sacrifício perfeito de Cristo. O modo de Cristo é superior à maneira do Antigo Testamento porque o mundo antigo apenas apontava para a obra excelente que Cristo faria para remover os pecados (Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal, 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2015, p.1798).

CONHEÇA MAIS
Sobre a importância de congregar
Hb 10:25 Quando vedes que se vai aproximando aquele dia. O dia da volta de Cristo para buscar os seus fiéis está se aproximando [...] Até chegar esse dia, enfrentaremos muitas provações espirituais e muitas falsificações na doutrina. Devemos congregar-nos regularmente para nos encorajarmos mutuamente e nos firmarmos em Cristo e na fé apostólica do novo concerto. Hb 10:26 se pecarmos voluntariamente. O escritor de Hebreus volta advertir seus leitores sobre o caso de abandonar a Cristo, como fizeram em Hb 6:4-8. Leia mais em Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD, pp.1914,15.


SUBSÍDIO DIDÁTICO
Reproduza o esquema abaixo no quadro. Depois inicie a explicação do segundo tópico da lição fazendo a seguinte indagação: "Quais os privilégios da Nova Aliança?" Ouça os alunos com atenção e incentive a participação de todosili. Em seguida utilize o quadro para mostrar aos alunos alguns dos muitos privilégios alcançados pela Nova Aliança.

PRIVILÉGIOS DA NOVA ALIANÇA
1. Temos acesso pessoal a Deus por meio de Cristo e podemos nos aproximar dEle sem a necessidade de um sistema elaborado (Hb 10.22);
2. Podemos crescer na fé, vencer as dúvidas e os questionamentos e aprofundar nossa relação com Deus (Hb 10.23);
3. Podemos desfrutar a motivação uns dos outros (Hb 10.24);
4. Podemos adorar juntos (Hb 10.25).


SUBSÍDIO TEOLÓGICO
O autor de Hebreus faz uma série de exortações e uma delas é: 'Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança' (Hb 10.23). O autor retorna à sua preocupação pelos leitores, que estão em perigo de se afastar de sua fé e da confissão da esperança em Cristo (cf. 2.1-3; 3.12-14; 4.1; 6.4-6; 10.26-31). 'Reter firme' significa literalmente não se desviar nem para um lado nem para o outro', e deste modo significa estar 'firme', 'estável', 'inabalável'. Para os leitores, reter firme sua 'esperança' em Cristo como judeus convertidos incluía permanecerem firmes em sua fé, crendo que Jesus Cristo é o seu sacrifício pelo locado e o seu sumo sacerdote diante de Deus. A 'esperança', porém, é mais abrangente do que a 'fé', porque inclui as promessas específicas de Deus sobre o futuro. O incentivo mais forte possível 11, ira continuarem em direção à esperança é o caráter fidedigno de Deus: 'Porque fel é o que prometeu'. Nossa esperança é baseada na promessa infalível de Deus; porque não apreciamos e confessamos isto confiante e ousadamente.
Outra exortação importante é: Consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos à caridade [ou ao amor] e às boas obras' (Hb 10.24). Este verso enfoca o 'amor' (Hb 10.24,25), que completa a tríade com a fé (Hb 10.22) e a esperança (Hb 10.23). Os cristãos devem encorajar-se mutuamente e estimularem-se uns aos outros ('incitar', 'provocar') às expressões práticas do amor. O objetivo desta ação é o aumento e o aprofundamento do 'amor e das boas obras' em meio aos crentes. O amor deve ter 'um resultado prático' e 'uma expressão tangível (ARRINGTON, French L.; STRONSTAD, Roger (Ed.) Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento. 2.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p. 1602).

                                                                                                                                                                            

2 comentários:

  1. bom dia,
    preciso saber qual o livro base em que foram feitas as lições desse primeiro semestre, por favor.

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  2. já encontrei... rsrs a própria revista é o tema do livro rsrs
    Obrigado.

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