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domingo, 31 de dezembro de 2017

Lição 1 – A Carta aos Hebreus e a Excelência de Cristo

 Aula Presencial dia 7 de janeiro de 2018 


Estimado professor,   acredito que já tenha percebido que nosso SLIDE semanal traz uma abordagem DETALHADA de todos os pontos abordados na lição. É um resumo da lição fazendo uso de uma metodologia moderna de ensino,  tornando-o mais eficiente e efetivo. Aplica-se ao conteúdo da lição, ilustrações com figuras relacionadas com cada tópico a ser ensinado.  Faça bom uso !  Baixe o Slide no formato desejado, Tenha liberdade de alterá-lo, Divulgue e Compartilhe !











OBJETIVOS GERAL
Apresentar as características da Carta aos Hebreus e a superioridade de Cristo.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
1 - Pontuar a autoria, o destinatário e o propósito da Carta de Hebreus;
2 - Expor a superioridade de Cristo em relação aos profetas;
3 - Mostrar a superioridade de Cristo em relação aos anjos.

  TEXTO ÁUREO 
"Havendo Deus, antigamente, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos, nestes últimos dias, pelo Filho." (Hb 1.1)

VERDADE PRÁTICA 
Por meio de Cristo, Deus revelou-se de uma forma 
especial e definitiva ao seu povo.

PONTO CENTRAL 
A carta de Hebreus é ama mensagem de instrução e exortação 
que serve à Igreja de Cristo ao longo dos séculos.

HINOS SUGERIDOS DA HARPA CRISTÃ

306 - A Palavra de Deus é um Tesouro

439 - Aos pés de Cristo Prostrados

561 - Que Benção




Hebreus 1
1 HAVENDO Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho,
2 A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo.
3 O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas;
4 Feito tanto mais excelente do que os anjos, quanto herdou mais excelente nome do que eles.
5 Porque, a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, Hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei por Pai, E ele me será por Filho?
6 E outra vez, quando introduz no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem.
7 E, quanto aos anjos, diz: Faz dos seus anjos espíritos, E de seus ministros labareda de fogo.
8 Mas, do Filho, diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos; Cetro de equidade é o cetro do teu reino.
9 Amaste a justiça e odiaste a iniquidade; por isso Deus, o teu Deus, te ungiu Com óleo de alegria mais do que a teus companheiros.
10 E: Tu, Senhor, no princípio fundaste a terra, E os céus são obra de tuas mãos.
11 Eles perecerão, mas tu permanecerás; E todos eles, como roupa, envelhecerão,
12 E como um manto os enrolarás, e serão mudados. Mas tu és o mesmo, E os teus anos não acabarão.
13 E a qual dos anjos disse jamais: Assenta-te à minha destra, Até que ponha a teus inimigos por escabelo de teus pés?
14 Não são porventura todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação?




Segunda-Feira –  2 Timóteo 3:16 
Hebreus, uma carta inspirada como as demais do Novo Testamento
3 : 16  Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça;

Terça-Feira –  1 Timóteo 3:16 
Cristo, manifestado em carne
3 : 16  E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Deus se manifestou em carne, foi justificado no Espírito, visto dos anjos, pregado aos gentios, crido no mundo, recebido acima na glória.
  
Quarta-Feira –  Hebreus 1:1 
A revelação profética na Antiga Aliança
1 : 1  Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho,

Quinta-Feira –   Hebreus 1:2,3 
Cristo, a revelação final de Deus
1 : 2  A quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo.
1 : 3  O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas;

Sexta-Feira –  Hebreus 1:4,5 
Cristo, superior aos anjos em natureza e essência
1 : 4  Feito tanto mais excelente do que os anjos, quanto herdou mais excelente nome do que eles.
1 : 5  Porque, a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, Hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei por Pai, E ele me será por Filho?

Sábado –  Hebreus 1:6,8 
Cristo, superior aos anjos em majestade e deidade
1 : 6  E outra vez, quando introduz no mundo o primogênito, diz:E todos os anjos de Deus o adorem.
1 : 8  Mas, do Filho, diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos; Cetro de eqüidade é o cetro do teu reino.

                                                   
  
INTRODUÇÃO
Nesta lição introdutória do nosso estudo da Carta aos Hebreus, queremos iniciar dizendo que assim como todos os escritos da Bíblia, esta carta é um documento especial. Em nenhum outro documento do Novo Testamento encontramos um apelo exortativo tão forte. Isso possuía uma razão de ser — os crentes hebreus davam sinais de enfraquecimento espiritual e até mesmo o risco de abandonarem a fé! Era, portanto, urgente admoestá-los a perseverarem. Jesus, a quem o autor mostra ser maior do que os profetas, maior do que todas as hostes angélicas, maior do que Arão, Moisés, Josué e até mesmo os céus, é nosso grande ajudador nessa jornada.

I - AUTORIA, DESTINATÁRIO E PROPÓSITO

1. Autoria.
A Carta aos Hebreus não revela o nome do seu autor. Esse fato fez com que surgissem inúmeras controvérsias em torno de sua autoria. É certo que os cristãos primitivos sabiam quem realmente a escreveu; todavia, já por volta do segundo século da nossa era não havia mais consenso quanto a isso. Clemente de Alexandria, no final do segundo século, atribuiu ao apóstolo Paulo a sua autoria, contudo, ao afirmar que Paulo a escreveu em hebraico e que Lucas a teria traduzido para o grego, passou a ser duramente questionado. As razões são basicamente duas: O texto de Hebreus, um dos mais rebuscados do Novo Testamento grego, não parece ser uma tradução. Por outro lado, o estilo usado na carta não parece ser de forma alguma de Paulo. Outros nomes surgiram como possíveis autores de Hebreus: Barnabé, Apoio, Lucas, Clemente Romano, etc. O certo é que somente Deus sabe quem é o seu autor. Por outro lado, o fato de ter sua autoria desconhecida em nada diminui a sua autoridade.
A carta é anônima. Tem sido atribuída a Paulo, Barnabé, Lucas, Apolo, entre outros.
(Bíblia Thompson - Edição Contemporânea de Almeida - pág.1418).

2. Destinatários.
Não há dúvida de que a Carta aos Hebreus foi escrita para cristãos judeus. Deve ser observado que essa carta foi endereçada a uma comunidade específica de cristãos e não a um grupo indeterminado. O autor conhece o público a quem endereça o seu texto e espera até mesmo encontrar-se com eles (Hb 13.19,23). Onde viviam esses crentes é um ponto debatido pelos teólogos. Baseados na expressão "os da Itália vos saúdam" (Hb 13.24), muitos eruditos argumentam que esses crentes se encontravam fora de Roma, capital do Império Romano. A data da carta é motivo de disputa, mas as evidências internas permitem-nos situá-la antes da destruição do Templo de Jerusalém no ano 70 d.C.
Assistindo o Vídeo abaixo da IEADPE percebi que ao falar sobre os destinatário da carta aos hebreus, o pb. Alexandre disse que seria os hebreus da diáspora, imagino que se referia a segunda diáspora porque a primeira se deu em 586aC, mas na sequência tomando a palavra o Ev. Welber falou sobre a data da carta entre 64 e 67 AD a segunda diáspora deu-se no ano 70, não estaria se contradizendo ?

Estimado professor, a pergunta acima foi feita por um irmão anônimo, achei oportuno adicioná-la hoje no meu comentário. Primeiramente, se você ainda não assistiu a pré-aula da IEADPE na seção de vídeos abaixo, assista, pois a abordagem feita é muito boa e vai enriquecer a sua aula !

Estimado "Anônimo" o Pb. Alexandre quando afirma que o destinatário do livro de Hebreus seriam os hebreus da diáspora (70 a.C) não está contradizendo o Ev.Welber quando o mesmo afirma que o Livro de hebreus foi escrito entre 64 e 67 d.C.

Caro irmão, os comentaristas que afirmam que o destinatário do Livro de Hebreus são os cristãos judeus da diáspora, provavelmente faz parte de um grupo de teólogos que afirma que embora a segunda diáspora tenha ocorrido no ano 70 d.C, este processo de “Dispersão” dos judeus tenha ocorrido muito antes disso, lembrando que a desastrosa Guerra Judaica que culminou com a destruição do Templo é datada em 66-73 d.C. , além disso eles podem alegar que desde a primeira diáspora no século 6 a.C (586 a.C) os judeus começaram a se fixar em vários lugares. Os Pastores estão certos ? pode sim, muito mais corretos do que Clemente que datou o livro de hebreus para o ano 95 d.C, o que não pode ter ocorrido, visto que em Hb 10:1,11 observamos que o sacerdócio estava em funcionamento, o que seria impossível depois do ano 70 d.C, pois o templo foi destruído. A maioria dos teólogos datam o Livro de Hebreus entre 64 e 67 d.C, ou por volta do ano 65 d.C pela questão de Timóteo estar vivo no momento que a carta foi escrita, nesta data é possível que o destinatário sejam “cristãos judeus” da diápora ? É possível sim, todavia, muitos teólogos, se resume a afirmar que o destinatário são os “cristãos judeus” e só, sem fazer especulações, que é o caso do comentarista da Bíblia Thompson.   Obrigado por Participar !

A carta aparentemente foi escrita antes de tudo aos cristãos hebreus.
(Bíblia Thompson - Edição Contemporânea de Almeida - pág.1418).


3. Propósito.
De fato, essa carta possui uma grande carga exortativa. Ela exorta os crentes a terem ânimo, confiança e fé em um tempo marcado pela apostasia. Muitos pareciam estar desanimados com a oposição que a nova fé vinha sofrendo e em razão disso estavam voltando às antigas práticas judaicas. A carta, portanto, exorta esses crentes a suportarem as pressões e perseguições, lembrando-os que não haviam ainda derramado sangue pela sua fé (Hb 12.4). Essas palavras continuam ecoando nesses dias quando muitos crentes demonstram apatia e falta de fervor espiritual diante de um mundo hostil.
Os cristãos judeus, ou convertidos, estavam em perigo constante de voltar ao judaísmo, ou pelo menos de darem muita importância às observâncias cerimoniais. O principal propósito doutrinário do escritor era o de mostrar a glória transcendente da era cristã em comparação com o Antigo Testamento.
(Bíblia Thompson - Edição Contemporânea de Almeida - pág.1418).

II - CRISTO - A PALAVRA SUPERIOR A DOS PROFETAS

1. A revelação profética e a Antiga Aliança.
Ao falar da supremacia de Jesus, o autor de Hebreus primeiramente o faz em relação aos profetas. Deus falou no passado pelos profetas e no presente pelo Filho (Hb 1.1). A revelação profética no antigo Israel fez com que esse povo se distinguisse dos demais. O autor mostra um Deus que se revela, que se comunica com os seus. Ele fala de uma forma direta a seu povo, não é um Deus mudo! Os advérbios gregos polymerôs ("muitas vezes") e polytropos ("muitas maneiras"), que modificam o verbo falar, mostram a intensidade dessa comunicação. Deus, em nenhum momento da história, deixou o seu povo sem orientação. Ele fala, e fala sempre o que é necessário.
Hebreus 1:1-2
O livro de hebreus descreve em detalhes como Jesus Cristo não apenas cumpre as promessas e as profecias do Antigo Testamento, mas também é melhor do que tudo aquilo que é encontrado no sistema de pensamento judaico. Os judeus aceitavam o Antigo Testamento, mas a maioria deles rejeitava Jesus como o tão aguardado Messias.
Deus usou muitas abordagens para enviar suas mensagens para as pessoas dos tempos do Antigo Testamento. Ele falou a Isaías em visões (Is 6), a Jacó em um sonho (Gn 28:10-22), e a Abraão e Moisés pessoalmente (Gn 18; Êx 31:18). O povo judeu estava familiarizado com essas histórias. Portanto, não seria difícil os judeus acreditarem que Deus ainda estava revelando sua vontade; mas pensar que Deus havia se revelado através de seu Filho Jesus Cristo foi espantoso para eles. Jesus é o cumprimento e o auge da revelação de Deus através dos séculos. Quando o conhecemos, temos tudo o que precisamos para ser salvos dos nossos pecados e ter um relacionamento perfeito com Deus.
(Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal)

2. A revelação profética e a Nova Aliança.
Aos cristãos da Nova Aliança, Deus falou por intermédio do seu Filho (Hb l.l). O uso das expressões "havendo falado" ou "depois de ter falado" (Hb 1.1,2) por parte do autor mostra que essa ação de Deus foi um fato consumado. Isso tem levado alguns intérpretes a dizer que a partir daquele momento. Deus não falaria mais diretamente com ninguém. Mas isso é ir além daquilo que o autor tencionava dizer. O uso dessa expressão é mais bem entendida como significando que Deus falou de forma completa nos dias do autor, todavia, sem a conotação temporal de que não falaria mais no futuro. O Espírito profético, que é o Espírito de Cristo (1 Pe 1.11; Rm 8.9,10), continua dando à Igreja hoje a percepção do plano e vontade de Deus para o seu povo (Jo 14.26; 15.26; 16.13). E isso sempre em consonância com as Escrituras.
João 14:26
Jesus prometeu aos discípulos que o Espírito Santo os ajudaria a lembrar daquilo que Ele os ensinara. Esta promessa assegura a validade do Novo Testamento. Os discípulos foram testemunhas oculares da vida e dos ensinamentos de Jesus, e o Espírito Santo os ajudou a lembrar, sem remover suas perspectivas individuais. Podemos ter confiança de que os Evangelhos são relatos precisos e exatos do que Jesus ensinou e fez (veja 1Co 2:10-14). O Espírito Santo pode nos ajudar, da mesma maneira. Á medida que estudamos a Bíblia, podemos confiar que Ele semeará a verdade em nossas mentes, nos convencerá da vontade de Deus, e nos lembrará, quando nos afastamos dela.
(Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal).

3. Cristo: a revelação final.
O objetivo do autor aqui, evidentemente, é mostrar que Cristo é o clímax da revelação profética. Ele é a revelação final! O ministério profético na Antiga Aliança era de importância ímpar. O Senhor disse que falaria por intermédio de seus profetas: "Certamente o Senhor Jeová não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas" (Am 3.7). O silêncio profético, portanto, era a pior forma de castigo que poderia vir ao antigo Israel. Os profetas eram importantes, mas a relevância deles estava muito longe daquela possuída por Jesus Cristo, o Filho de Deus. Os profetas eram apenas servos, mas o Filho era o herdeiro de Deus e o agente da Criação (Hb 1.2). Ele é o redentor do mundo! Nenhum profeta morreu de forma vicária pelo povo de Deus.

III - CRISTO - SUPERIOR AOS ANJOS

1. Cristo: superior em natureza e essência.
Devemos ter sempre em mente que o autor de Hebreus tenciona mostrar a superioridade de Cristo em relação às demais ordens da criação. O seu foco aqui são os anjos. A cultura judaica via os anjos como seres de uma ordem superior e mediadores da revelação divina (At 7.53; Gl 3.19; Hb 2.2). Mesmo cercados de força e poder, os anjos eram inferiores ao Filho (Hb 1.4). Jesus é o reflexo da glória de Deus e possuidor da mesma essência divina (Hb 1.3). O autor usa dois vocábulos gregos que deixam isso bem definido: apaugasmae character, que significam respectivamente "radiância" e "reflexo", traduzidos aqui como resplendor e "caráter", com o sentido de expressão exata do seu ser. Embora sendo pessoas diferentes, tanto o Filho como o Pai possuem a mesma essência. Cristo é o Deus revelado!

2. Cristo: superior em majestade e deidade.
O autor passa então a mostrar a supremacia de Cristo em relação aos anjos por meio de vários fatos documentados nas Escrituras. Os anjos são criaturas, o Filho é Criador. O filho é gerado, não criado. C. S. Lewis observa que o que Deus gera é Deus; assim como o que o homem gera é homem. O que Deus cria não é Deus; da mesma forma que o que o homem faz não é homem. Daí a razão de os homens não serem filhos de Deus no mesmo sentido que Cristo. Eles podem assemelhar-se a Deus em certos aspectos, mas não pertencem à mesma espécie. O mesmo se pode dizer dos anjos. Eles não possuem a mesma essência divina que o Filho. É por essa razão que o autor destaca que o Filho é chamado de "Deus" (v.8) e que por isso merece adoração (v.6). A Ele toda honra e glória!

CONCLUSÃO
autor de hebreus não quis se identificar, mas isso em nada compromete a autoridade desse documento. Desde os primórdios, a igreja valeu-se dos ensinos dessa carta para fortalecer a fé dos crentes. Clemente de Alexandria fez amplo uso das exortações encontradas nessa carta e, ao assim fazer, reconhecia o profundo valor espiritual de Hebreus. Nesses últimos dias, onde os joelhos de muitos cristãos parecem vacilantes, faz-se necessário atentarmos diligentemente para o conselho encontrado em Hebreus, "se ouvirdes hoje a sua voz, não endureçais o vosso coração" (3.7).

PARA REFLETIR
A respeito de a Carta aos Hebreus e a Excelência de Cristo, responda:

Quem é o autor da carta aos Hebreus?
A carta aos Hebreus não revela o nome do seu autor.

Para quem a carta foi escrita e por quê?
Ela foi escrita para os cristãos judeus. O propósito da carta foi para exortar aos cristãos a terem ânimo e fé em tempos de apostasia.

Segundo as Escrituras, o Espírito de Deus deixou de falar nos dias atuais?
Não. Deus, em nenhum momento da história, deixou o seu povo sem orientação.

Qual a pior forma de castigo que poderia vir ao antigo Israel?
O silêncio profético.

Por que o escritor da Carta aos Hebreus diz que os anjos são inferiores ao Filho?
Porque os anjos são criaturas, o Filho é Criador.

BIBLIOGRAFIA
Bíblia Sagrada - Thompson - Edição Contemporânea - Editora VIDA, 2000
Fonte: CPAD, Revista, Lições Bíblicas Adultos, A Supremacia de Cristo - Fé, esperança e ânimo na Carta aos Hebreus, Comentarista Pr. José Gonçalves, 1 Trimestre 2018..

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Entrevista com o Comentarista da nossa Revista
Pastor José Gonçalves - CPADNews


                                                                                                                                                                            

INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Prezado (a) professor (a), iniciaremos mais um trimestre pela graça de Deus. A carta de Hebreus é o objeto do nosso estudo nestes próximos três meses. Antes de iniciar o estudo da primeira lição em classe, apresente o comentarista deste trimestre: pastor José Gonçalves, escritor, conferencista, comentarista de Lições Bíblicas Adultos da CPAD, membro da Comissão de Apologética da CCADB e líder da Assembleia de Deus em Água Branca - PI.

SUBSÍDIO DIDÁTICO
Professor(a), para introduzir o primeiro tópico desta lição, se possível, reproduza o quadro-resumo que se encontra acima. O objetivo é pontuar as questões de autoria, destinatário e propósito da carta em estudo.

AUTORIA
Desconhecida,
DESTINATÁRIO
Cristãos judeus, provavelmente.
PROPÓSITO
Exortar os cristãos a terem ânimo e fé em tempos de apostasia.


SUBSÍDIO LEXICOGRÁFICO
"REVELAÇÃO - [Do gr. apokalupsis; do lat. revelatio, tirar o véu] Manifestação sobrenatural de uma verdade que se achava oculta. Tendo em vista o caráter e a urgência das profecias do último livro da Bíblia, Apocalipse é considerado a revelação por excelência (Ap 1.1-3).

REVELAÇÃO BÍBLICA - Conhecimento divino preservado nas Sagradas Escrituras, e posto à disposição da humanidade. Consta do Antigo e do Novo Testamento. É a nossa única regra de fé e prática.

REVELAÇÃO PROGRESSIVA - Evolução progressiva e dispensacional das verdades divinas que, tendo a sua gênese no Antigo Testamento, culminaram e se completaram no Novo. O texto-áureo da revelação progressiva acha-se em Hebreus 1.1,2" (ANDRADE, Qaudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1999, pp.255,56).

CONHEÇA MAIS
Hebreus: Inigualável e não convencional
"Com relação à sua forma inigualável e não convencional, Orígenes observou: 'Começa como um tratado, prossegue como um sermão e termina como uma carta'. Ao invés de iniciar com uma saudação, o primeiro parágrafo de Hebreus é semelhante às palavras de abertura de um tratado teológico formal (1.1-4).
Então, o livro prossegue mais como um sermão do que como uma carta convencional do Novo Testamento, alternando-se entre um argumento cuidadosamente construído (baseado em uma exposição do Antigo Testamento) e uma séria exortação ( Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento", CPAD, p.1529-39).

SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO
"ANJOS. A palavra 'anjo' (hb. Malak; gr. angelos) significa 'mensageiro'. Os anjos são mensageiros ou servidores celestiais de Deus (Hb 1.13.14), criados por Deus antes de existir a terra (Jó 38.4-7; SI 148.2,5; Cl 1.16).

(1) A Bíblia fala em anjos bons e em anjos maus, embora ressalte que todos os anjos foram originalmente criados bons e santos (Gn 1.31). Tendo livre-arbítrio, numerosos anjos participaram da rebelião de Satanás (Ez 28.12-17; 2 Pe 2.4; Jd 6; Ap 12.9; Mt 4.10) e abandonaram o seu estado original de graça corno servos de Deus, e assim perderam o direito à sua posição celestial.

(2) A Bíblia fala numa vasta hostes de anjos bons (1Rs 22.19; SI 68.17; 148.2; Dn 7.9,10; Ap 5.11), embora os nomes de apenas dois sejam registrados nas Escrituras: Miguel (Dn 12.1; Jd 9; Ap 12.7) e Gabriel (Dn 9.21; Lc 1.19,26). Segundo parece, os anjos estão divididos em diferentes categorias: Miguel é chamado de arcanjo (lit.: "anjo principal', Jd 9; 1Ts 4.16); há serafins (Is 6.2), querubins (Ez 10.1-3), anjos com autoridade e domínio (Ef 3.10; Cl 1.16) e as miríades de espíritos ministradores angelicais (Hb 1.13,14; Ap 5.11)" (Bíblia de Estudo Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1995, p.386).

SUBSÍDIO ADICIONAL
Fonte: Ensinador Cristão - n° 72
O tema deste 1° trimestre é sobre uma importante epístola, Hebreus, por isso, leve em conta algumas sugestões abaixo:
• Estude com afinco a Carta aos Hebreus, lendo quantas vezes puder, e for necessário, os 13 capítulos da carta;

• Faça uma análise histórico-cultural da carta.
Para essa atividade, leia a introdução da Bíblia de Estudo Pentecostal (editada pela CPAD) da Carta aos Hebreus e a introdução do Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento (editado pela CPAD). Por meio desse exercício é possível complementar mais informações importantes como: o propósito do autor, o contexto histórico dos destinatários da epístola.

• Faça uma análise teológica da carta.
Aqui o assunto "Lei e Evangelho" tem grande relevância. Nesse aspecto, as obras mencionadas acima, bem como outras editadas pela CPAD, muito o ajudarão.
Ao iniciar seus estudos, tenha sempre em mente os objetivos gerais da lição, por exemplo, os da primeira lição:
(l) Objetivo Geral: Apresentar as características da Carta aos Hebreus e a superioridade de Cristo;
(II) Objetivos específicos:
[1] Pontuar a autoria, o destinatário e o propósito da Carta de Hebreus;
[2] Expor a superioridade de Cristo em relação aos profetas;
[3] Mostrar a superioridade de Cristo em relação aos anjos.
Note como os objetivos específicos obedecem rigorosamente cada
Tópico e subtópico da lição.

E que o objetivo geral é o resultado do desdobramento de todos esses tópicos e subtópicos: ou seja, as características da carta e superioridade de Cristo. É importante ter toda essa estrutura da lição bem construída e compreendida na mente, pois esse entendimento é essencial para elaborar uma aula objetiva e com conteúdo.

                                                                                                                                                                            

9 comentários:

  1. A paz do Senhor Jesus prof. Eder Tomer, Louvo a Deus pela a sua vida que o Senhor Jesus possa sempre vos abençoar com toda sorte de benção Espiritual e material.você tem sido uma benção na minha vida a traves do seus trabalho. Feliz 2018 pra você e sua família.

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    1. Irmão Joabe, a paz do Senhor Jesus, obrigado por lembrar de nós, desejo para você e sua família um 2018 abençoado em todas as áreas, Feliz 2018 ! Um Forte Abraço !

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    2. Prof. Eder, quero agradecer e parabenizar pelo seu trabalho, muito bom!

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    3. Ev.José Reginaldo, Deus te abençoe por estas palavras de incentivo, em 2018 estaremos por meio da internet dando
      auxilio aos alunos e professores de EBD, amamos o projeto da EBD, acreditamos na EBD.

      Em 1991 era professor dos alunos de 6 à 8 anos, classe cordeirinhos de Jesus ... quando estou no culto
      glorifico a Deus pela EBD quando vejo que o Maestro da Orquestra (Edmilson Gomes), vários músicos da orquestra
      e que o pregador da noite foram meus alunos de 26 anos atrás .... Frutos da EBD.

      Igreja que tem EBD não é uma Igreja doente ! Crente que vai a EBD não é levado por doutrinas de demônios, por
      seitas e heresias, por movimentos estranhos e anti-bíblicos,

      Deus abençoe por participar no nosso Blog !

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  3. Ouvindo o comentário percebi que ao falar sobre os destinatário da carta aos hebreus, o pb. Alexandre disse que seria os hebreus da diáspora, imagino que se referia a segunda diáspora porque a primeira se deu em 586aC, mas na sequência tomando a palavra o Ev. Welber falou sobre a data da carta entre 64 e 67 AD a segunda diáspora deu-se no ano 70 e aí pode algum professor aplicar a fala dos dois comentaristas e vai estar se contradizendo...... Podem explicar melhor?

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    1. Irmão, nosso comentarista da revista Pr.José Gonçalves, coloca muito bem esta questão dos destinatários do Livro de Hebreus, quando escreveu : “Onde viviam esses crentes é um ponto debatido pelos teólogos”.

      Caro irmão, os pastores comentaristas que afirmam que o destinatário do Livro de Hebreus são os cristãos judeus da diáspora, provavelmente faz parte de um grupo de teólogos que afirma que embora a segunda diáspora tenha ocorrido no ano 70 d.C, este processo de “Dispersão” dos judeus tenha ocorrido muito antes disso, lembrando que a desastrosa Guerra Judaica que culminou com a destruição do Templo é datada em 66-73 d.C. , além disso eles podem alegar que desde o exílio no século 6 a.C os judeus começaram a se fixar em vários lugares. Os Pastores estão certos ? sim, muito mais corretos do que Clemente que datou o livro de hebreus para o ano 95 d.C, o que não pode ter ocorrido, visto que em Hb 10:1,11 observamos que o sacerdócio estava em funcionamento, o que seria impossível depois do ano 70 d.C, pois o templo foi destruído. A maioria dos teólogos datam o Livro de Hebreus entre 64 e 67 d.C, ou por volta do ano 65 d.C pela questão de Timóteo estar vivo no momento que a carta foi escrita, nesta data é possível que o destinatário sejam “cristãos judeus” da diápora ? É possível sim, todavia, muitos teólogos, se resume a afirmar que o destinatário são os “cristãos judeus” e só sem fazer especulações, que é o caso do comentarista da Bíblia Thompson.

      Obrigado por Participar !

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  4. A paz amados. Excelente trabalho, creio e entendo que a EBD é realmente isso, somando conhecimento para trazer esclarecimentos. Poderiam, para somar, tecer comentários para vivência dos dias atuais, uma vez que está eminente a volta de nosso Salvador, trazendo o povo a dispertarem para Cristo. Um abraço

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    1. Irmão obrigado por participar, já anotei as dicas sobre nossos comentários, Deus te abençoe grandemente !

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